A seguir, um conjunto de micro-aulas curtas e aplicáveis. Elas foram escritas para você adaptar ao seu nicho e gravar no formato 9:16 com legenda grande.
O algoritmo não “premia sorte”: ele premia retenção. Retenção vem de clareza, ritmo e promessa. Promessa é o que você entrega; ritmo é como você entrega; clareza é o que faz alguém entender em 1 segundo por que deve ficar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Viralidade sem conversão é vaidade. Para negócio local, o objetivo é gerar demanda e confiança: mais mensagens, mais orçamento, mais visitas. Isso exige CTA e prova — e prova não é falar “sou bom”, é mostrar processo, resultado e consistência. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
O vídeo 9:16 é um funil em miniatura. Você tem: 1) atenção, 2) interesse, 3) prova, 4) oferta, 5) ação. Se um desses degraus falhar, o espectador sai ou assiste e não compra. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
O melhor “equipamento” é previsibilidade: mesmo cenário, mesma luz, mesmo áudio. Isso reduz ruído visual, acelera gravação e cria identidade. A audiência reconhece antes de ler. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Legenda grande não é estética, é acessibilidade e retenção. A maioria assiste sem áudio. Se a legenda não for legível em 0,5s, você perde metade do público na primeira frase. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
Gancho bom responde a três perguntas: “pra mim?”, “agora?”, “vale 15 segundos?”. Se o gancho fala com uma dor real (ou desejo real) e promete um caminho simples, o dedo para de rolar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Assunto atual não é só trend. Atual é o que está no bolso e na cabeça do seu cliente hoje: preço, prazo, medo de errar, concorrência no Google, falta de leads, queda de alcance, custo do anúncio. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
Não grave ‘um vídeo’. Grave 10 variações do mesmo roteiro mudando só o gancho. Você aprende mais em 1 semana de testes do que em 3 meses pensando no vídeo perfeito. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
Câmera boa ajuda, mas áudio ruim mata. Se o espectador faz esforço para entender, ele sai. Lapela bem posicionada e ambiente controlado aumentam conversão sem aumentar orçamento. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Quando você mostra bastidores (tela, checklist, planilha, mapa, comentários), você empresta concretude. Concretude gera confiança. Confiança vira mensagem no WhatsApp. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
O algoritmo não “premia sorte”: ele premia retenção. Retenção vem de clareza, ritmo e promessa. Promessa é o que você entrega; ritmo é como você entrega; clareza é o que faz alguém entender em 1 segundo por que deve ficar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Viralidade sem conversão é vaidade. Para negócio local, o objetivo é gerar demanda e confiança: mais mensagens, mais orçamento, mais visitas. Isso exige CTA e prova — e prova não é falar “sou bom”, é mostrar processo, resultado e consistência. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
O vídeo 9:16 é um funil em miniatura. Você tem: 1) atenção, 2) interesse, 3) prova, 4) oferta, 5) ação. Se um desses degraus falhar, o espectador sai ou assiste e não compra. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
O melhor “equipamento” é previsibilidade: mesmo cenário, mesma luz, mesmo áudio. Isso reduz ruído visual, acelera gravação e cria identidade. A audiência reconhece antes de ler. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Legenda grande não é estética, é acessibilidade e retenção. A maioria assiste sem áudio. Se a legenda não for legível em 0,5s, você perde metade do público na primeira frase. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
Gancho bom responde a três perguntas: “pra mim?”, “agora?”, “vale 15 segundos?”. Se o gancho fala com uma dor real (ou desejo real) e promete um caminho simples, o dedo para de rolar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Assunto atual não é só trend. Atual é o que está no bolso e na cabeça do seu cliente hoje: preço, prazo, medo de errar, concorrência no Google, falta de leads, queda de alcance, custo do anúncio. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
Não grave ‘um vídeo’. Grave 10 variações do mesmo roteiro mudando só o gancho. Você aprende mais em 1 semana de testes do que em 3 meses pensando no vídeo perfeito. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
Câmera boa ajuda, mas áudio ruim mata. Se o espectador faz esforço para entender, ele sai. Lapela bem posicionada e ambiente controlado aumentam conversão sem aumentar orçamento. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Quando você mostra bastidores (tela, checklist, planilha, mapa, comentários), você empresta concretude. Concretude gera confiança. Confiança vira mensagem no WhatsApp. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
O algoritmo não “premia sorte”: ele premia retenção. Retenção vem de clareza, ritmo e promessa. Promessa é o que você entrega; ritmo é como você entrega; clareza é o que faz alguém entender em 1 segundo por que deve ficar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Viralidade sem conversão é vaidade. Para negócio local, o objetivo é gerar demanda e confiança: mais mensagens, mais orçamento, mais visitas. Isso exige CTA e prova — e prova não é falar “sou bom”, é mostrar processo, resultado e consistência. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
O vídeo 9:16 é um funil em miniatura. Você tem: 1) atenção, 2) interesse, 3) prova, 4) oferta, 5) ação. Se um desses degraus falhar, o espectador sai ou assiste e não compra. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
O melhor “equipamento” é previsibilidade: mesmo cenário, mesma luz, mesmo áudio. Isso reduz ruído visual, acelera gravação e cria identidade. A audiência reconhece antes de ler. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Legenda grande não é estética, é acessibilidade e retenção. A maioria assiste sem áudio. Se a legenda não for legível em 0,5s, você perde metade do público na primeira frase. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
Gancho bom responde a três perguntas: “pra mim?”, “agora?”, “vale 15 segundos?”. Se o gancho fala com uma dor real (ou desejo real) e promete um caminho simples, o dedo para de rolar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Assunto atual não é só trend. Atual é o que está no bolso e na cabeça do seu cliente hoje: preço, prazo, medo de errar, concorrência no Google, falta de leads, queda de alcance, custo do anúncio. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
Não grave ‘um vídeo’. Grave 10 variações do mesmo roteiro mudando só o gancho. Você aprende mais em 1 semana de testes do que em 3 meses pensando no vídeo perfeito. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
Câmera boa ajuda, mas áudio ruim mata. Se o espectador faz esforço para entender, ele sai. Lapela bem posicionada e ambiente controlado aumentam conversão sem aumentar orçamento. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Quando você mostra bastidores (tela, checklist, planilha, mapa, comentários), você empresta concretude. Concretude gera confiança. Confiança vira mensagem no WhatsApp. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
O algoritmo não “premia sorte”: ele premia retenção. Retenção vem de clareza, ritmo e promessa. Promessa é o que você entrega; ritmo é como você entrega; clareza é o que faz alguém entender em 1 segundo por que deve ficar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Viralidade sem conversão é vaidade. Para negócio local, o objetivo é gerar demanda e confiança: mais mensagens, mais orçamento, mais visitas. Isso exige CTA e prova — e prova não é falar “sou bom”, é mostrar processo, resultado e consistência. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
O vídeo 9:16 é um funil em miniatura. Você tem: 1) atenção, 2) interesse, 3) prova, 4) oferta, 5) ação. Se um desses degraus falhar, o espectador sai ou assiste e não compra. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
O melhor “equipamento” é previsibilidade: mesmo cenário, mesma luz, mesmo áudio. Isso reduz ruído visual, acelera gravação e cria identidade. A audiência reconhece antes de ler. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Legenda grande não é estética, é acessibilidade e retenção. A maioria assiste sem áudio. Se a legenda não for legível em 0,5s, você perde metade do público na primeira frase. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
Gancho bom responde a três perguntas: “pra mim?”, “agora?”, “vale 15 segundos?”. Se o gancho fala com uma dor real (ou desejo real) e promete um caminho simples, o dedo para de rolar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Assunto atual não é só trend. Atual é o que está no bolso e na cabeça do seu cliente hoje: preço, prazo, medo de errar, concorrência no Google, falta de leads, queda de alcance, custo do anúncio. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
Não grave ‘um vídeo’. Grave 10 variações do mesmo roteiro mudando só o gancho. Você aprende mais em 1 semana de testes do que em 3 meses pensando no vídeo perfeito. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
Câmera boa ajuda, mas áudio ruim mata. Se o espectador faz esforço para entender, ele sai. Lapela bem posicionada e ambiente controlado aumentam conversão sem aumentar orçamento. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Quando você mostra bastidores (tela, checklist, planilha, mapa, comentários), você empresta concretude. Concretude gera confiança. Confiança vira mensagem no WhatsApp. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
O algoritmo não “premia sorte”: ele premia retenção. Retenção vem de clareza, ritmo e promessa. Promessa é o que você entrega; ritmo é como você entrega; clareza é o que faz alguém entender em 1 segundo por que deve ficar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Viralidade sem conversão é vaidade. Para negócio local, o objetivo é gerar demanda e confiança: mais mensagens, mais orçamento, mais visitas. Isso exige CTA e prova — e prova não é falar “sou bom”, é mostrar processo, resultado e consistência. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
O vídeo 9:16 é um funil em miniatura. Você tem: 1) atenção, 2) interesse, 3) prova, 4) oferta, 5) ação. Se um desses degraus falhar, o espectador sai ou assiste e não compra. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
O melhor “equipamento” é previsibilidade: mesmo cenário, mesma luz, mesmo áudio. Isso reduz ruído visual, acelera gravação e cria identidade. A audiência reconhece antes de ler. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Legenda grande não é estética, é acessibilidade e retenção. A maioria assiste sem áudio. Se a legenda não for legível em 0,5s, você perde metade do público na primeira frase. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
Gancho bom responde a três perguntas: “pra mim?”, “agora?”, “vale 15 segundos?”. Se o gancho fala com uma dor real (ou desejo real) e promete um caminho simples, o dedo para de rolar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Assunto atual não é só trend. Atual é o que está no bolso e na cabeça do seu cliente hoje: preço, prazo, medo de errar, concorrência no Google, falta de leads, queda de alcance, custo do anúncio. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
Não grave ‘um vídeo’. Grave 10 variações do mesmo roteiro mudando só o gancho. Você aprende mais em 1 semana de testes do que em 3 meses pensando no vídeo perfeito. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
Câmera boa ajuda, mas áudio ruim mata. Se o espectador faz esforço para entender, ele sai. Lapela bem posicionada e ambiente controlado aumentam conversão sem aumentar orçamento. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Quando você mostra bastidores (tela, checklist, planilha, mapa, comentários), você empresta concretude. Concretude gera confiança. Confiança vira mensagem no WhatsApp. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
O algoritmo não “premia sorte”: ele premia retenção. Retenção vem de clareza, ritmo e promessa. Promessa é o que você entrega; ritmo é como você entrega; clareza é o que faz alguém entender em 1 segundo por que deve ficar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Viralidade sem conversão é vaidade. Para negócio local, o objetivo é gerar demanda e confiança: mais mensagens, mais orçamento, mais visitas. Isso exige CTA e prova — e prova não é falar “sou bom”, é mostrar processo, resultado e consistência. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
O vídeo 9:16 é um funil em miniatura. Você tem: 1) atenção, 2) interesse, 3) prova, 4) oferta, 5) ação. Se um desses degraus falhar, o espectador sai ou assiste e não compra. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
O melhor “equipamento” é previsibilidade: mesmo cenário, mesma luz, mesmo áudio. Isso reduz ruído visual, acelera gravação e cria identidade. A audiência reconhece antes de ler. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Legenda grande não é estética, é acessibilidade e retenção. A maioria assiste sem áudio. Se a legenda não for legível em 0,5s, você perde metade do público na primeira frase. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.
Gancho bom responde a três perguntas: “pra mim?”, “agora?”, “vale 15 segundos?”. Se o gancho fala com uma dor real (ou desejo real) e promete um caminho simples, o dedo para de rolar. No contexto de Campinas e região, isso é ainda mais forte porque a decisão é rápida e local: quem resolve primeiro, leva.
Assunto atual não é só trend. Atual é o que está no bolso e na cabeça do seu cliente hoje: preço, prazo, medo de errar, concorrência no Google, falta de leads, queda de alcance, custo do anúncio. Para quem vende serviço, cada segundo do vídeo precisa reduzir objeções: preço, tempo, risco e confiança.
Não grave ‘um vídeo’. Grave 10 variações do mesmo roteiro mudando só o gancho. Você aprende mais em 1 semana de testes do que em 3 meses pensando no vídeo perfeito. Pense no seu vídeo como um ‘vendedor’ que trabalha 24h: ele precisa ser direto e útil.
Câmera boa ajuda, mas áudio ruim mata. Se o espectador faz esforço para entender, ele sai. Lapela bem posicionada e ambiente controlado aumentam conversão sem aumentar orçamento. Se você atende por WhatsApp, seu vídeo precisa terminar com uma frase que o público consegue copiar mentalmente para te chamar.
Quando você mostra bastidores (tela, checklist, planilha, mapa, comentários), você empresta concretude. Concretude gera confiança. Confiança vira mensagem no WhatsApp. Quanto mais específico o exemplo, mais o cérebro acredita: troque ‘aumentar vendas’ por ‘encher agenda na semana’.