Só existir
O site é cartão de visita. A empresa vende por indicação e só precisa que ele esteja lá, funcionando.
- Domínio e hospedagem
- Sem conteúdo novo
- Alteração só quando algo muda de verdade
O site foi pago uma vez, mas ele não se sustenta sozinho. Aqui está a conta completa, linha por linha, separando o que é obrigatório do que é escolha — sem esconder nada atrás de "consulte-nos".
O custo obrigatório de manter um site no ar é baixo: domínio e hospedagem. O domínio .com.br custa R$ 40,00 por ano, pago direto ao Registro.br, e a hospedagem começa em R$ 39,90 por mês no plano anual. Somando, dá cerca de R$ 520 por ano — menos de R$ 45 por mês para o site existir.
O resto é decisão sua. Manutenção de conteúdo, tráfego pago, criação de artes: cada um resolve um problema diferente e nenhum é obrigatório para o site ficar no ar. O erro comum não é gastar demais — é pagar por coisas que ninguém explicou e não pagar pelo que faria diferença.
Separei em obrigatório e opcional, porque essa distinção é justamente a que ninguém faz na hora de vender.
Repare no que não está na lista: não existe "taxa de manutenção obrigatória", "licença anual do site" nem "renovação do layout". Se alguém te cobra isso sem explicar exatamente o que entrega em troca, vale perguntar — e vale conferir em nome de quem está registrado o seu domínio.
Como a conta fica na prática, conforme o que a empresa espera do site.
O site é cartão de visita. A empresa vende por indicação e só precisa que ele esteja lá, funcionando.
A empresa quer aparecer nas buscas e ganhar contato sem depender de anúncio o tempo todo.
Precisa de contato agora e também construir para o médio prazo — conteúdo e anúncio ao mesmo tempo.
Os totais somam apenas os serviços listados, com os valores de tabela publicados neste site. Verba de mídia não entra porque é decisão sua e vai direto para o Google, na sua conta.
Entre no registro.br e consulte o seu domínio. Se o titular não for o CNPJ da sua empresa, você não é dono do próprio endereço — e isso é o item mais caro desta página, porque não se resolve com dinheiro quando o fornecedor some.
O site parado custa mais que a mensalidade que você economizou. Ele não some do ar, mas vai perdendo posição para quem continua publicando. Em dois anos, voltar ao ponto onde estava custa mais que o que teria sido gasto mantendo.
Hospedagem barata cobra em outro lugar. Servidor fora do país e compartilhado com centenas de sites entrega páginas lentas. Você economiza vinte reais por mês e perde visitante que não espera o site abrir no 4G.
Não ter backup é o custo mais assimétrico que existe. Você paga zero por anos e, no dia em que der problema, paga a reconstrução inteira — sem o conteúdo, sem as posições no Google e sem o histórico.
E o custo do seu tempo. Se manter o site significa você mexendo em plugin no domingo, isso tem preço — e costuma ser maior que o de contratar quem faz. Ver como funciona a manutenção mensal → · Vale a pena refazer o meu site? →
O obrigatório é baixo: domínio .com.br por R$ 40,00 ao ano, pago direto ao Registro.br, mais hospedagem a partir de R$ 39,90 por mês no plano anual. Isso dá cerca de R$ 520 por ano, menos de R$ 45 por mês, para o site existir e funcionar. Tudo além disso — conteúdo, anúncios, alterações — é escolha sua conforme o que você espera do site.
Não. Não existe "licença anual do site", "taxa de manutenção obrigatória" nem "renovação de layout". Se alguém cobra isso, peça o escopo por escrito: o que exatamente é entregue em troca daquele valor todo mês. Cobrança recorrente sem entrega definida é o problema mais comum que eu encontro quando analiso o custo de um cliente novo.
Não é obrigatório. O site funciona sem nenhum serviço recorrente além da hospedagem. A manutenção faz sentido quando você quer que ele continue crescendo no Google — conteúdo novo, ajustes de estrutura, correções. Se a empresa vende por indicação e o site é só cartão de visita, pagar mensalidade de conteúdo é dinheiro sem retorno claro.
Dá, mas quase sempre sai caro de outro jeito. Hospedagem gratuita costuma vir com publicidade de terceiros, endereço que não é o seu domínio, lentidão e nenhuma garantia de que o serviço continua existindo. Para empresa, o risco não compensa a economia de quarenta reais por mês.
R$ 40,00 por ano, pago diretamente ao Registro.br, que é o órgão responsável pelo registro no Brasil. Esse valor não passa por fornecedor e o registro deve estar sempre no CNPJ da sua empresa. É o item mais barato da conta e o mais importante de conferir — sem o domínio no seu nome, você não controla o próprio endereço.
O site sai do ar. Dependendo do plano, os arquivos ficam guardados por um período e depois são apagados. Se o domínio também vencer, ele volta a ficar disponível e alguém pode registrar — inclusive um concorrente. Por isso vale manter os dois com pagamento automático e no seu nome.
Não necessariamente na hospedagem, mas exige mais atenção. WordPress precisa de atualização de plugins e do próprio sistema, e plugin desatualizado é a porta de entrada mais comum para invasão. Ou alguém faz isso com regularidade, ou o custo aparece de uma vez, no dia em que o site é comprometido.
Depende de quanto você paga e do que consegue levar embora. Plataformas de mensalidade alta costumam prender: você paga por anos e, se quiser sair, não exporta o site nem o conteúdo. Antes de assinar, pergunte o que acontece se você cancelar — e se a resposta for "você perde tudo", já é resposta suficiente.
Mais, e a diferença não está na hospedagem. Loja exige mais recurso de servidor, meio de pagamento com taxa por transação, cuidado com segurança e alguém cadastrando produto e acompanhando pedido. Trate como operação, não como site: o custo relevante costuma ser o de gente, não o de infraestrutura.
Pode, desde que o domínio esteja no seu nome e você tenha acesso aos arquivos. A migração em si é simples e normalmente acontece sem o site sair do ar. O problema surge quando o domínio está registrado em nome do fornecedor ou quando o site está numa plataforma fechada que não permite exportar — aí a saída custa refazer.
Faz, principalmente para negócio local. Servidor no Brasil reduz o tempo de resposta para quem acessa daqui, e velocidade conta tanto para a experiência de quem visita quanto como sinal de classificação para o Google. Para um site que atende Campinas e região, servidor no exterior é desvantagem sem contrapartida.
Me manda o que você paga hoje e para quem, junto com o endereço do site. Eu olho se há cobrança sem entrega, se o domínio está no seu nome, se a hospedagem é adequada e o que dá para cortar sem perder nada. É gratuito e sem compromisso — e várias vezes o resultado é o cliente pagando menos do que pagava antes.
Me manda o que você paga e para quem. Eu digo o que é necessário, o que dá para cortar e se o seu domínio está mesmo no seu nome — sem compromisso.
Hospedagem e manutenção de sites para empresas de Campinas, Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba, Jundiaí, Sumaré, Hortolândia e região.
Lucas Sigrist Designer formado pela ESAMC/ESPM, mais de 20 anos em marketing digital. Crio, hospedo e mantenho sites para empresas de Campinas e região. Conheça meu trabalho →